terça-feira, 15 de setembro de 2009

Quando tudo parece perdido...

Muitas vezes passamos por situações difícieis, que parece impossível vencê-las. Pois, é exatamente neste momento que Deus quer ver nossa fé e confiança nEle, porque quando tudo está aparentemente perdido e mesmo assim continuamos crendo que Deus vai agir em nosso favor e manifestamos a nossa fé, então, o mar tem que se abrir, a tempestade tem de se acalmar, enfim o impossível tem que acontecer. Como aconteceu com o povo de Isarel, não havendo outra saída, Deus abriu o mar.
Se você está em meio a um deserto, não se desespere, Deus está contigo, Ele te carrega em Seus braços e te faz vencer tudo. Você só precisa ser perseverante e usar a sua fé.

Algumas maravilhas de Deus






segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Para Refletir

O CHEQUE ESCONDIDO

Era uma vez um rapaz que ia muito mal na escola. Suas notas e comportamento eram uma decepção para seus pais que, como bons cristãos, sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.
Um belo dia, o bom pai lhe propôs um acordo: Se você, meu filho, mudar o comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a Faculdade de Medicina, lhe darei então um carro de presente.
Por causa do carro, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o carro. Isso era mal!
O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços. Assim, o grande dia chegou! Fora aprovado para o curso de Medicina.
Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel.
Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou às mãos uma caixa de presente. Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Para sua surpresa, o presente era uma Bíblia. O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse. À partir daquele dia, o silêncio e a distância separavam pai e filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade, o tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego e se esqueceu completamente do pai.
Até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e veio a falecer, no enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a Bíblia que tinha sido o último presente do pai e que havia deixado para trás. De volta à sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, quando colocou o livro numa estante, notou que havia um envelope dentro dele.
Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia: “Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: A Bíblia Sagrada, nela aprenderás o Amor a Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência”.
Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto. Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isto leva a erros terríveis e a um fim ainda pior.
Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa ter lhe feito mal. Talvez se olhar com cuidado, vai ver que há também um “cheque escondido” em todas as adversidades da vida.

sábado, 12 de setembro de 2009



O PROFISSIONAL EFICIENTE




Um Homem foi chamado a uma praia para pintar um barco. Levou tintas e pincéis e começou a pintar o barco de um amarelo brilhante, como fora contratado para fazer.


Enquanto pintava, notou que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Procurou e descobriu que a causa do vazamento era um buraco e o consertou.


Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.


No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e lhe entregou um cheque de grande valor. O pintor ficou surpreso e falou:


- O senhor já me pagou pela pintura do barco.


- Mas isso não é pelo trabalho da pintura do barco. - falou o homem.


- É por ter consertado o vazamento do barco.


- Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar - acrescentou o pintor.


- Certamente, o senhor não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante! - Meu caro amigo, você não compreendeu - disse o proprietário do barco.


- Deixe-me contar-lhe o que aconteceu: quando pedia a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco fiquei desesperado, pois me lembrei que o barco tinha um furo. Grande foi meu alívio e minha alegria quando os vi retornado, são e salvos. Então, examinei o barco e constatei que você havia consertado. Percebe agora o que fez? Salvou a vida dos meus filhos. Não tenho dinheiro suficiente para pagar por sua pequena boa ação.




Se em nossa ação diária, todos nós fizéssemos como aquele pintor, certamente o mundo seria diferente. Mas o que acontece é que fazemos apenas a nossa obrigação, quando fazemos. Fazer o que nos compete, com disposição e zelo, é apenas cumprir um dever. Todavia, se além do dever buscássemos fazer o que precisa ser feito sem que ninguém nos pedisse, poderíamos dizer que estamos investindo numa sociedade melhor. Quem trabalha apenas para receber seu salário demonstra que vale o quanto ganha.




Mas quem executa suas obrigações e vai além, sem esperar recompensa alguma, está investindo na própria felicidade. O trabalho dignifica o ser, mas o trabalho feito com amor e dedicação enobrece a alma. Trabalhar por convicção e prazer, e não por obrigação, é a melhor maneira de se sentir bem, porque, se ninguém elogiar nosso trabalho nem reconhecer nosso esforço, pára nós não fará diferença alguma. A grande satisfação estará calçada unicamente em fazer com excelência o que fazemos, e o salário, nesse caso será apenas uma conseqüência.